segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Amor amor amor

Cada fim de semana é uma peleja... eu pensando o que vamos fazer nas horas que temos?!

Ontem, domingo, 10 de novembro participamos de uma café da manhã com uma turminha de mães e crianças que foi uma delícia...

De tarde, piscina... e de noite filmes no computador... como diz Sophia no "meu comtupador".

Ai gente a coisa mais gostosa dessa vida é ser mãe dessa baixinha!

E como sempre digo cada dia que passa é mais amor mais e mais e mais!


domingo, 3 de novembro de 2013

Dani e Sophia Na Pracinha

É uma honra postar num blog tão famoso e respeitado!

Estamos "Na Pracinha" hoje... olha lá!

Saudade

Essa é uma palavra que sai da minha boca quase todos os dias....

Mas esse fim de semana está colada em mim.

A pequena viajou com os avós e a casa vira um cemitério. Ficam só eu e minha cadelinha.

É impressionante como criança enche e movimenta a casa e a rotina. Fico lembrando quando éramos apenas 4 adultos aqui. Cada um num cômodo, cada um fazendo uma coisa e ninguém interagia quase. Só na hora do almoço ou na hora de comer a broa de tarde... Nem no café da manhã sentávamos pois cada um com seu horário e muitas vezes atrasados só passávamos pela cozinha para um leite rápido.

Hoje é ela que nos acorda ou que diz: "senta aqui mamãe, vai 'tabalhá' hoje não".... mamãe quase more mas diz... ô meu amor... mamãe não tem escolha... tenho que ir para mês que vem poder pagar a escola, os brinquedos, as roupinhas... entende?!... Contrariada ela diz que entende mas que vai me esperar.

Não há nada, digo NADA melhor que ser mãe. Isso virou o centro das minhas alegrias, minhas tristezas, preocupações e realizações. Melhor ainda é ver o quanto isso me movimenta, me diz é só o começo.

Há um tempo atrás eu engordei e acomodei. Pensava, pra quê mudar? A saúde está ótima! Ledo engano, a saúde continua boa, mas a disposição, o sono e a elasticidade estão muito melhores depois da reeducação alimentar e da atividade física frequente. Só assim pra conseguir carregar 18 quilos dormindo no colo.

Que Deus me permita ainda conseguir carregar minha joia por alguns aninhos!

E que ela volte logo pra eu a encher de beijos...

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Cadê o bebê que estava aqui?

Sábado fizemos a primeira aula de natação e fiquei maravilhada com a desenvoltura da minha pequena na piscina...

Ela pulava, desfilava na plataforma e fazia mais do que os coleguinhas que já estavam na 2a ou 3a aula.

Fiquei muito orgulhosa mas ao mesmo tempo pensei... cadê aquele bebê dependente da mamãe e não sabia falar, andar, nadar?

Já era!

E eu falo com ela... você não é mais um bebê... não usa fraldas, come a comida que todos comem, dorme em cama (e não mais no berço)... Só falta largar a bendita chupeta...

Mas morro de dó e fico pensando eu usei desse artifício até os 5 anos e sei como é difícil largar esse "vício".

Que Deus me ajude a encontrar uma estratégia válida!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

A barriga da Kate... o assunto do momento entre as mães

Eu não podia deixar passar essa... Afinal desde 2010 venho lutando para eliminar a barriguinha pós gravidez. E olha que tive apenas uma menina.

Existem mães que tiveram 2 ou 3 filhos e carregam marcas mais profundas dessa mudança na nossa vida.

Achei lindo um marido que disse: "Essa tatuagem (de estrias) é a tatuagem da sua vida." Realmente são marcas das nossa experiências. Se o homem realmente te ama, não vai nem perceber.

Uma outra disse que saiu com a mesma barriga da Kate da maternidade, e o marido disse: que isso! Não tinha nada! (Foi ele que tão extasiado com o nascimento do filho, nem percebeu na "pança" da esposa).

Por que?

Porque é amor demais! Não dizem que o amor é cego? Assim é o amor verdadeiro que não vê imperfeições nas marcas da VIDA.

Eu tive sorte de não ter estrias nem na barriga, nem nas pernas, nem nos seios (que dobraram de tamanho no primeiro mês de vida da Sophia). Mas existem mulheres que ficam cheias delas.

Se um dia eu tiver um menino vou ensinar que gravidez e pós parto é isso e a vida é assim. Se ele ama uma mulher deve amar as mudanças que ocorrem no corpo dela depois de ter trazido a maior benção ao mundo! Filhos são bençãos! E as marcas que aquela gravidez deixou em nosso corpo é um dos marcos de que ali um milagre foi concebido.

Beijos e até logo!

Kate Middleton e o Príncipe William deixam a maternidade (Foto: Agência Reuters)

Obs: Existe um projeto muito lindo que mostra fotos de mulheres/mães #ficaadica > Shape of a Mother > quem precisar de ajuda na tradução é só me falar ;)

quarta-feira, 19 de junho de 2013

3 anos

Hoje a pequena completa 3 anos de vida...  e eu 3 anos como mãe.

A semana tem sido muitoooo difícil pois ela contraiu uma estomatite e tudo que chega na boca acaba parando.

A estomatite é uma inflamação na boca. Ela fica cheia de aftas e complica a alimentação. Começou com uma febre no domingo e segunda de manhã já não queria comer nada. No domingo a noite não quis mamar (e ela amaaaa).

Fomos na pediatra e ela viu que o céu da boca estava tomado das feridas... Oh Deus que dia difícil!

Só trabalhei na parte da manhã na segunda e fui pra casa ficar com ela, afinal queria mamãe toda hora.

Mas o negócio é cruel, ela não consegue nem falar pois na ponta da língua tem umas três "brechas".

Bem queria passar para não deixar passar em branco o 3o aniversário da razão desse blog existir. Mas aqui também quero pedir que quem ler essa mensagem que a inclua em suas orações e que até sábado possa comemora em alto-estilo esses 3 anos de tanta lindeza!


sábado, 8 de junho de 2013

A tal lei da "Bolsa Estupro" e o que eu tenho a ver com isso

Quando confirmei a gravidez (com 16 semanas de gestação sem acompanhamento médico) não fiquei feliz. Isso é fato.

Chorei horrores pensando no quanto aquele fato que mudaria a minha vida pra sempre estava vindo na hora errada. Eu estudava pra concursos, sonhava com a carreira de estabilidade e bons salários...

Pelo projeto de lei aí talvez fosse até acusada de aborto... Pois tomei a pílula "do dia seguinte". Que segundo alguns estudiosos é uma forma de aborto.

Mas quando fui falar para meu pai que viria uma netinha... ele me disse: "aqui em casa aborto?! Nem tocamos no assunto! Nem imagine isso!"

Não tenho muito diálogo com meu pai, nunca tive. Ele é uma pessoa fechada que prefere não discutir sobre assuntos do tipo, assim como era meu avô.

Minha mãe ficava falando na minha cabeça que se meu avô materno estivesse vivo não aprovaria a minha atitude, como se eu tivesse escolhido estar onde e como estava.

Bem daí dá pra ver a mentalidade que reina aqui.

Mas depois que tive minha filha (que apesar de ter vindo sem planejamento e sem vontade) AMADA, passei a pensar. Imagina se eu tivesse sido estuprada. Imagina se o cara ou a família dele não ligasse para conhecer e conviver com a criança?! Imaginem se fosse um delinquente ou condenado?! Eu ia querer abortar sim.

Não porque não gosto de criança ou porque não tivesse vontade de ser mãe ou porque achasse que o fruto ali seria a minha recordação do fato a vida toda. NÃO.

Mas porque criar uma criança tendo a vontade imensa de ser mãe já é difícil, imagine quando não se tem vontade NENHUMA de ser mãe?!

E mãe é quem cria, quem dá atenção, quem passa noites acordada pois algo acontece com a pessoa que você é responsável por pelo menos 18 anos em que você é a tutora.

Escrevendo assim pode parecer que tenho a Sophia porque veio e não tinha jeito.

Não me interpretem mal. A terapia me mostrou que o pai dela pode não ser o meu modelo de pai ou de homem, mas é o pai que talvez, inconscientemente, escolhi para minha filha. E ele nos surpreende a cada dia.
Quando confirmei as 16 semanas só pensava estar grávida de um moleque que não sabia o que queria da vida.

Mas assim como essa filha veio me colocar mais "pé no chão". Também veio colocar "juízo" na cabeça do pai dela.

Filhos vêm não somente para lembrar da "bobagem" que fizemos, mas para ensinar mil e uma lições.

Mas se eu como mulher, dona do meu corpo, decido interromper uma gravidez indesejada e não posso por uma lei que um HOMEM (ele não sabe o que acontece nos 9 meses com a gente, aliás nem sonha) criou; uma lei que me impede disso e até condena o ato. Creio que o meu corpo agora pertença ao Estado. Até porque se o filho nascer é o Estado que vai me pagar a pensão... Espera aí... eu nunca quis depender do Estado assim e nem seria uma escolha, seria uma coisa imposta.

Não sei se fui clara quanto meu posicionamento a respeito de toda essa discussão. Mas quero dizer que apoio o veto desse projeto de lei. Não faz sentido! Como se o Brasil estivesse com os cofres públicos transbordando e pudéssemos criar mais uma destinação inútil para os impostos que pagamos.

E gostaria ainda dizer que depois de saber o que é SER mãe, também entendo perfeitamente, além das que optam por abortar, as que preferem não ter filhos.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Filha

Filha 

Te amo agora
Te amo depois
Te amo quando ficar
Te amo quando for
Te amo quando chover
Te amo quando fizer sol
Te amo aqui
Te amo lá
Te amo em todo lugar
Te amo quando você estiver ao meu lado
Te amo quando você disser adeus
Te amo o dia todo
Te amo todos os dias
Te amo nos meus sonhos
Te amo nos momentos mais felizes
Te amo nos momentos mais tristes
Te amo nos momentos mais difíceis
Te amo ao sorrir
Te amo ao chorar
Te amo de segunda a segunda
Te amo INTENSAMENTE
Te amo de um jeito simples
Te amo de um jeito complicado
Te amo de um jeito diferente
Te amo nas melhores e piores fases
Te amo quando estou com você
Te amo quando não estou com você
Te amo ao ouvir aquela música
Te amo ao ouvir todas as outras
Te amo no verão
Te amo no inverno
Te amo quando tudo mudar
Te amo quando você errar
Te amo quando você chorar
Te amo quando você sorrir
Te amo com toda força

Copiado do Facebook de Angélica Paulino

sábado, 4 de maio de 2013

A angústia de uma mãe solteira. Qual é a sua?


Quando me vi na situação... solteira, grávida de uma cara que já estava em outro relacionamento... O mundo caiu.

No dia 11 de janeiro de 2010 quando o médico me disse que no ultra aparecia um bebê e era uma menina. Ele ficou todo feliz.

Eu entrei em estado de pânico. O que seria da minha vida? O que seria da minha liberdade de ir e vir? O que seria da vida dos meus pais e da minha relação com eles? Tudo por causa de uma irresponsabilidade de uma transa sem proteção.

Aff... Um zilhão de coisas passaram em minha cabeça. E a que mais me atormentava... o que a minha família ia achar dessa situação. Como cada um receberia a notícia.

Chorei e me culpei e me lamentei o dia todo. Até que mais ou menos as 20 ou 21hs meu pai chegou em casa.

Pedi minha mãe pra contar pra ele com calma... E ela foi mais delicada ao contar pra ele que quando contou pro meu irmão. Meu irmão veio almoçar em casa e mamãe chega... "tenho uma BOMBA pra te contar!"... "Sua irmã está grávida!" (detalhe: minha mãe e meu irmão são a parte ANSIOSA da família aqui). Meu irmão começou a apavorar... O QUE?! Como assim?! Bem foi fácil explicar e dizer que ele seria o padrinho de uma menina...

Mas quando meu pai chegou e mamãe começou falando que ele já sabia da minha saga... que a monstra não vinha a quase 90 dias e que eu já estava desconfiada mas não queria acreditar na virada que teria minha vida. Então ele perguntou... mas ela está fazendo o pré-natal?! Aff! Existe pai mais fofo e querido que esse?! Eu não conheço.

Bem agradeço a Deus por ter nascido na família que nasci. Todos entenderam e me apoiaram no que podiam e no que podem. Minha avó mais phyna me deu uns mil reais para ajudar no enxoval... olha que fofa! A vó materna ficou aqui comigo a maior parte da gravidez... me adulando, mimando e dando tudo de gostoso que ela sabe fazer. Principalmente dar colo. Eu precisei de muito colo. Chorei muito pensando que sim eu sempre quis ser mãe. Mas não era a hora planejada...

Fazer o que? Deus escreve mesmo certo por linhas tortas. Sophia é linda, saudável, inteligente, esperta e o AMOR da minha vida!

Obrigada Meu Deus! Por tudo que tenho!

sexta-feira, 3 de maio de 2013